Arquivo da categoria: Livro da semana

A vida no mundo espiritual

 Coleção André Luiz – A Vida no Mundo Espiritual

 O espírito que conhecemos como André Luiz, em sua última encarnação foi um médico brasileiro residente no Rio de Janeiro. Com bons conhecimentos científicos e grande capacidade de observação, foi-lhe permitido relatar, através do médium Francisco Cândido Xavier, suas experiências como desencarnado. Desejando manter o anonimato – possivelmente respeitando parentes ainda encarnados – quando questionado sobre seu nome, respondeu adotando o nome de um dos irmãos de Chico Xavier.
Alguns espíritas, talvez mais levados pela curiosidade do que por fins práticos, já criaram algumas hipóteses sobre a identificação do médico carioca desencarnado, mas são apenas especulações sem maior solidez ou confirmação pelo próprio André Luiz.

 Nosso Lar

Os Mensageiros

Missionários da Luz

Obreiros da Vida Eterna

No Mundo Maior

Libertação

Entre a Terra e o Céu

Nos Domínios da Mediunidade

Ação e Reação

Evolução em Dois Mundos

Mecanismos da Mediunidade

Sexo e Destino

E a Vida Continua…

Desobsessão

Amanhecer de uma nova Era

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A obra Amanhecer de uma Nova Era, psicografada por Divaldo Pereira Franco, através do Espírito Manoel Philomeno de Miranda, desdobra e complementa o anterior, Transição Planetária.

O autor relata uma programação espiritual de alta significação, presidida pelo nobre Dr. Bezerra de Menezes que com uma equipe de benfeitores espirituais, como Eurípedes Barsanulfo, José Petitinga, Jésus Gonçalves e outros, em atendimento a intrincados e graves processos obsessivos, que vão sendo deslindados gradativamente.

É notável, sob todos os aspectos, a importância dessa obra, que apresenta uma abordagem de elevado teor espiritual, como é apanágio dos espíritos de escol, propiciando reflexões profundas ao analisar o panorama mundial da atualidade, suas causas e consequências.

Casos de processos obsessivos sofridos e graves, decorrentes de infiltrações espirituais perturbadoras no movimento espírita, retratam a necessidade de trazer Jesus de volta às nossas Casas espíritas, de mantermos o contato com os ensinamentos do Mestre, de buscarmos a vivência do Seu evangelho, conforme Ele nos conclama: “Eu sou o caminho, da verdade e da vida e ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Um trabalho de impressionante atualidade é realizado numa cracolândia, de grande cidade, mostrando as profundas e tristes mazelas humanas.

A obra apresenta algumas surpresas em relação à anterior, ensejando desfecho positivo diante dos meandros das obsessões gravíssimas e de longo curso, que não menciono aqui, a fim de permitir ao leitor a constatação por si mesmo.

É imprescindível, porém, ressaltar a presença, em algumas passagens, do iluminado espírito FRANCISCO DE ASSIS, cujas intervenções sublimes elevam o padrão vibratório do leitor, trazendo-nos emoções superiores e de suavíssimas repercussões, enriquecendo-nos o psiquismo diante de tanta magnitude espiritual.

A você, que está lendo este artigo, quero dizer o seguinte: os dois livros citados são da maior importância nessa hora de tanta perplexidade, de dor e sofrimento que avassalam as criaturas.

Neles você encontrará ensinamentos elevados, sem jamais baixar o nível do discurso que abordam, os temas são tratados com respeito e amor como convém às obras espíritas sérias e de conteúdo moral e espiritual, pois é este o legado de Jesus, que Allan Kardec transmitiu na sua essencialidade em toda a Codificação, e que espíritos benfeitores dão prosseguimento, numa excelência plena e absoluta, visando abrir novos horizontes mentais, conscienciais e libertadores.

Se você, amiga e amigo, quer entender e ampliar seus conhecimentos, se você tem como diferencial em sua vida o aprendizado de amar, como Ele exemplificou, se você quer iniciar uma nova etapa, libertando-se de aspectos depressivos, mágoas, ressentimentos, se procura a alegria de viver na solidariedade e fraternidade, se quer um mundo melhor, tudo enfim, você encontrará no Espiritismo, que traz Jesus para o mundo atual, nas estradas dos sentimentos humanos.

Os autores espirituais, espíritos de luz e orientadores da humanidade, jamais descambam para a vulgaridade, para as questões que abordam aspectos frívolos, são sempre sérios, têm um discurso elegante, visando modificar o padrão vibratório comum, de grande parte da população mundial, através dos conceitos que emitem, possibilitando novas formas-pensamento, hoje quase sempre cristalizadas nos vícios, perversões, ódio e degradação (…). Suely Caldas Schubert

Mediunidade: Desafios e Bênçãos

Mediunidade: Desafios e Bênçãos

Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Pereira Franco

Mais uma vez, o mestre Manoel Philomeno de Miranda nos presenteia com esta extraordinária joia psicografada por Divaldo Pereira Franco, o incansável operário do Espiritismo por mais de seis décadas. A completude – sem esgotar-se o tema -, a objetividade e a clareza desta obra não encontram par em nenhuma outra do mesmo gênero, sem que haja nisso demérito para as demais. Aos Estudiosos, pesquisadores, aos espíritas em geral e aos médiuns em particular, este belo livro proporciona lições e orientações de inestimável valor doutrinário, ético, moral, filosófico e espiritual, constituindo-se mesmo num poderoso mecanismo de defesa às perigosas e sutis ciladas das entidades infelizes do Plano Espiritual. Nenhum valor material paga o valor intrínseco desta grandiosa obra!

Ação e Reação

A vida no mundo espiritual

Ação e Reação

 

Neste livro, você vai encontrar uma descrição das regiões inferiores da esfera espiritual e do sofrimento a que se projeta a consciência culpada, após a morte do corpo físico. André Luiz apresenta estudos de casos reais, oferecendo orientações sobre o débito aliviado, a lei de causa e efeito, os preparativos para a reencarnação, os resgates coletivos e o valor da oração. O autor espiritual mostra-nos que as possibilidades na atual existência estão vinculadas às ações em existências passadas, do mesmo modo que as ações na atualidade condicionarão as possibilidades futuras.

Francisco Candido Xavier/André Luis

Transição Planetária

Transição planetária

Divaldo Pereira Franco – Médium

Manoel Philomeno de Miranda – Espírito

Estamos no limiar da grande transição, em que o nosso planeta passará da condição de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. Isso já constava no planejamento celestial há muito tempo e não se dará, obviamente, num passe de mágica, pois se trata de um processo de transformação lento e gradual, porém, impostergável.

As tragédias naturais, como o tsunami do Oceano Índico – objeto de nossas considerações – fazem parte desse processo, pois elas têm o objetivo de fazer a Humanidade progredir mais depressa, através do expurgo daqueles Espíritos calcetas, refratários à ordem e à evolução moral e espiritual, que já não podem mais ser retardadas. Eles passarão algum tempo em outras esferas, aprendendo as leis do Amor e do Bem, até que tenham condições de retornar ao nosso planeta, para dar seu contributo em benefício do progresso da Humanidade.

Nesta extraordinária obra, o leitor conhecerá os mecanismos e as razões de Ordem Superior da transição planetária, em favor das mudanças urgentes e necessárias que promovam o respeito às leis à ética e à Natureza, transformando o homem num ser integral, consciente dos seus deveres para com Deus, consigo próprio e o próximo.

Voltei

Há vida depois da morte?
Se a vida continua, para onde vai o Espírito, que sobrevive à morte?
Será mais fácil ao espírita enfrentar a situação além-túmulo?
Conheça as respostas neste obra de conteúdo revelador.

 

Autor Espiritual: Irmão Jacob
Médium: Francisco Cândido Xavier
Gênero: Biografia
Editora: FEB

O autor espiritual retorna do mundo maior, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, para nos esclarecer sobre assuntos interressantes, tais como:

* Desligamento do corpo físico;
* Retorno ao mundo espiritual;
* Encontro com amigos;
* Dificuldade de intercâmbio medúnico;
* Reajustamento à nova vida.

Irmão Jacob alerta-nos quanto à necessidade do auto-aprimoramento, objetivando o nosso feliz retorno ao mundo espiritual.

 

Livro dos Médiuns

Livro dos médiunsO Livro dos Médiuns, ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores, segunda obra da Codificação Espírita, foi publicada em 15 de janeiro de 1861, em Paris, e tem como conteúdo doutrinário:

O ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo, constituindo o seguimento de O Livro dos Espíritos.1

É obra destinada a todos os espíritas e estudiosos dos fenômenos produzidos pelos desencarnados, não só para os trabalhadores da mediunidade. Encontramos nela explicações essenciais para a prática espírita equilibrada; condições seguras favoráveis à manifestação dos Espíritos e as implicações daí decorrentes (dificuldades, empecilhos, equívocos etc.); como obter assistência dos bons Espíritos, recebendo deles boas comunicações; como desenvolver discernimento sobre a influência moral e do meio nas comunicações; saber avaliar as mensagens mediúnicas e a sua procedência, utilizando, entre outros, o critério da linguagem usada pelo comunicante, identificando-o acertadamente, se for o caso, sobretudo se o seu nome faz vinculações com personalidade de destaque ou conhecida; entender os mecanismos da obsessão, suas características, graus, tipos e formas de prevenção; orientar-se quanto à organização das sociedades espíritas, em geral, e dos grupos mediúnicos em particular.

Importa considerar que O Livro dos Médiuns é um desdobramento de trabalho anteriormente escrito por Kardec, conforme nota do atual tradutor das obras do Codificador, publicadas pela FEB:

Cerca de um ano após o lançamento da 1a edição de O Livro dos Espíritos, cujo sucesso surpreendeu o próprio Allan Kardec, julgou este por bem editar uma espécie de manual essencialmente prático, que contemplasse a exposição completa das condições necessárias para a comunicação com os Espíritos e os meios de desenvolver a faculdade mediúnica.

Essa providência revelou-se de suma importância, porque apontava um rumo, uma direção segura a quantos quisessem familiarizar-se com os mecanismos que possibilitam o intercâmbio espiritual entre os dois planos da vida, uma espécie de vade-mécum destinado a orientar corretamente as pessoas que, com a sistematização do Espiritismo em corpo de doutrina, passaram a interessar-se pelos fenômenos mediúnicos.

Deu-lhe o Codificador da Doutrina o título de Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas. […]

Não obstante o papel inestimável que esse livro desempenhou nos primórdios da Codificação Espírita, Allan Kardec avisou aos leitores da Revista Espírita (agosto de 1860) que aquela obra estava inteiramente esgotada e não seria reimpressa. Novo trabalho, muito mais completo e que seguiria outro plano, viria substituí-la dentro de pouco tempo. Foi a primeira referência ao lançamento de O Livro dos Médiuns, publicado em 1861.

Organização de O Livro dos Médiuns

Introdução: Kardec fornece explicações relativas à natureza da obra e às condições sérias de realização da reunião mediúnica. Ensina que, a despeito da faculdade
mediúnica ser inerente ao ser humano, o desenvolvimento da mediunidade depende do esforço do médium em querer se transformar em legítimo instrumento de comunicação entre os dois planos da vida e da possibilidade dos Espíritos poderem manifestar-se.

Primeira Parte – Noções Preliminares: organizada em quatro capítulos (Há espíritos?; O maravilhoso e o sobrenatural; Método; Sistemas), Kardec analisa questões cruciais relacionadas à prática mediúnica, apresentando lúcidas argumentações sobre o método de investigação utilizado para comprovar os fenômenos mediúnicos, a imortalidade e sobrevivência do Espírito após a morte, o caráter não “miraculoso” ou “sobrenatural” das mensagens espíritas e as condições que justificam as comunicações dos Espíritos.

Segunda Parte –Manifestações Espíritas: composta de 32 capítulos, assim denominados: Ação dos espíritos sobre a matéria; Manifestações físicas. Mesas girantes; Manifestações inteligentes; Teoria das manifestações físicas; Manifestações físicas espontâneas; Manifestações visuais; Bicorporeidade e transfiguração; Laboratório do
mundo invisível; Lugares assombrados; Natureza das comunicações; Sematologia e tiptologia; Pneumatografia ou escrita direta. Pneumatofonia; Psicografia; Médiuns; Médiuns escreventes ou psicógrafos; Médiuns especiais; Formação dos médiuns; Inconvenientes e perigos da mediunidade; O papel dos médiuns nas comunicações espíritas; Influência moral do médium; Influência do meio; Mediunidade nos animais; Obsessão; Identidade dos Espíritos; Evocações; Perguntas que se podem fazer aos Espíritos; Contradições e mistificações; Charlatanismo e embuste; Reuniões e sociedades espíritas; Regulamento da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas; Dissertações espíritas; Vocabulário espírita. Encontramos nessa parte o referencial espírita para a organização e funcionamento do trabalho mediúnico: comunicabilidade dos Espíritos, as relações com os encarnados e as influências, ocultas ou evidentes, boas ou más, sutis ou patentes, por eles exercidas.

Allan Kardec sempre se manteve fiel (e coerente) aos ensinos transmitidos pelos Espíritos orientadores da Humanidade, retirando de O Livro dos Espíritos os subsídios
necessários para a construção das demais obras de sua autoria. Desenvolveu, para tanto, metodologia adequada de investigação e análise, evitando premissas falsas e conclusões equivocadas. Neste contexto, concluiu que a Doutrina Espírita apresenta dois grandes fundamentos, que não devem ser ignorados pelo adepto: o esclarecimento doutrinário, obtido pelo estudo regular, e a melhoria moral, adquirida pelo combate às imperfeições:

Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência, toda uma filosofia. Portanto, quem quiser conhecê-lo seriamente deve, como primeira condição, dispor-se a um estudo sério e convencer-se de que ele não pode, como nenhuma outra ciência, ser aprendido como se estivéssemos brincando. […]

Afirma, também, em outro momento:

[…] O verdadeiro espírita jamais deixará de fazer o bem. Há corações aflitos a aliviar, consolações a dispensar, desesperos a acalmar, reformas morais a operar. Essa é a sua missão e aí ele encontrará a verdadeira satisfação. […]

Um ponto muito importante, entre tantos veiculados pela obra, e que traça diretrizes para a correta prática mediúnica, é a desmistificação dos conceitos de médium – pessoa que veicula ideias, vontades e sentimentos dos Espíritos comunicantes – e de mediunidade – faculdade inerente ao psiquismo humano, independentemente do patamar evolutivo do medianeiro. Em consequência, Kardec e os Espíritos orientadores preferem considerar os médiuns intérpretes, que podem ser bons ou ruins, dando preferência
àqueles que não interferem nas ideias transmitidas pelos Espíritos, os quais “[…] procuram o intérprete que mais simpatize com eles e que exprima com mais exatidão os seus pensamentos. […]”.

Campanha do Sesquicentenário da publicação do Livro do Médiuns –  Federação Espírita Brasileira – FEB

O Céu e o Inferno

O Céu e o Inferno

Esta é a quarta das cinco obras básicas que compõem a Codificação do Espiritismo. Seu principal escopo é explicar a justiça de Deus à luz da Doutrina Espírita. Objetiva demonstrar a imortalidade do Espírito e a condição que ele usufruirá no mundo espiritual, como conseqüência de seus próprios atos. Divide-se a obra em duas partes:

A primeira parte estabelece um exame comparado das doutrinas religiosas sobre a vida após a morte; mostra fatos como a morte de crianças, seres nascidos com deformações, acidentes coletivos e uma gama de problemas que só a imortalidade da alma e a reencarnação explicam satisfatoriamente. Kardec procura elucidar temas como: anjos, céu, demônios, inferno, penas eternas, purgatório, temor da morte, a proibição mosaica sobre a evocação dos mortos, etc. Apresenta também a explicação espírita contrária à doutrina das penas eternas.

A segunda parte, resultante de um trabalho prático, reúne exemplos acerca da situação da alma durante e após a desencarnação. São depoimentos de criminosos arrependidos, de espíritos endurecidos, de espíritos felizes, medianos, sofredores, suicidas e em expiação terrestre.

*

“O homem é assim o árbitro constante de sua própria sorte. Ele pode aliviar o seu suplício ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou sua desgraça dependem da sua vontade de fazer o bem.”

Allan Kardec

Livro dos Espiritos

O Livro dos Espíritos Autor: Allan Kardec Obras Básicas - Editora Feesp Vindo à luz em 18/04/1857, este livro contém-se como pedra fundamental do Espiritismo. Antes desse livro não havia Espiritismo. Contém os princípios da Doutrina Espírita; é o seu tratado filosófico. Dele saem: "O Livro dos Médiuns" - "O Evangelho Segundo o Espiritismo" - "O Céu e o Inferno" e "A Gênese", sendo porém impossível destacar ou preferir um deles como obra isolada. O todo é homogêneo. Edições em tamanho bolso e normal - melhor tradução as do Profº Herculano Pires que traz inclusive destaques e comentários.Livro dos Espíritos